Finalmente encontrei o endereço novo do Suruba Digital. Depois eu atualizo a barra de links.
[08:34]
"I know someday
you'll have a beautiful life,
I know you'll be a star
In somebody else's sky,
but why
why,
why can't it be,
why can't it be mine?"
- Pearl Jam - Black
Cabeça vazia é morada do diabo, dizem os católicos. Acho eu que cabeça vazia é morada de auto-conhecimento. Pensando em nada, e ouvindo a música acima citada, em especial o trecho acima transcrito tratei de me perguntar sobre minha vida.
Alguns anos atrás tirei uma lição de um filme, chamado A Bronx Tale: os homens têm três mulheres da sua vida. Nem mais, nem menos. São as "três grandes mulheres". Mulheres por quem realmente vale à pena amar.
Eu tive minhas três mulheres. Só que todas elas passaram. Então o que me resta?
Tive a primeira que realmente amei. Éramos inocentes e jovens, frequetemente inconsequentes, e com ela tive minha primeira vez. Mas nossa imaturidade nos levou a um desgaste precoce e consequente ao término da relação que durara 3 anos.
Tive outra logo em seguida, para quem também disse que era a pessoa mais importante da minha vida. A mulher que eu amava como jamais amei nenhuma outra. A distância iniciou um processo traumático que terminou por fim com um ponto final em 4 anos de um relacionamento
Tive minha terceira e última chance de encontrar alguém para mim e apesar do pouco tempo que durou foi intenso. Outra vez eu jurei prometi amá-la como não amara ninguém. A essa altura eu já me questionava o que diabos eu estava fazendo. "Amor só não basta" e eu vi meu último ás de ouros cair no morto.
Agora eu entendo o que Sonny disse ao jovem Colagero: você não terá somente três mulheres que você vai amar como se fosse a última, você inevitavelmente aprenderá depois da terceira grande perda que o amor é tão cíclico como a chuva, que cai, escorre, evapora e cai de novo. Você poderá sim, voltar a amar alguém tanto quando amou alguma(s) das três, mas não vai mais acreditar nas suas próprias palavras quando disser que "ama como nunca amou ninguém antes".
Isso faz parte do processo de crescimento? Se sim, quão realmente cruel la vita é.
Ou talvez apenas eu fui ensinado errado, grande amores não existem, são sonhos hollywoodianos de musicais de 70. Apenas cresça, encontre alguém, saia várias vezes com ela, veja se serve. Se não, troque de roupa e de pessoa, tente de novo. Repita até encontrar. Importante, nada garante que você um dia encontre.
Se um dia eu acabar caindo na assustadora obrigação de ensinar um filho sobre a vida (e o que diabos capacita alguém a ensinar sobre a vida?), prefiro que ele acredite em um grande amor em três chances. Eu quase consegui me realizar em duas de minhas tentativas. Vou ensiná-lo a acreditar que "existe alguém certo feito para você" e que "vocês serão felizes juntos", e torcer para que ele tenha melhor sorte que o pai.
E se ele iniciar uma vida com essa pessoa? Não sei, nunca cheguei nesse ponto. Ele então saberá mais que eu jamais soube.
[02:00]
"Jesus Cristo foi o primeiro indie"
- Perceval
[01:19]
Bom, pessoal, é isso aí. Estou zarpando outra vez, para Itaparica. Volto amanhã. Vou tentar tirar fotos de novo, mas não sei se teremos câmera. Meu guia turístico em P.A. me advertiu para não deixar de comer acarajé no centro e nem de tomar banho no Grande Chico.
Dessa vez eu vou preparado. Galadriel, são 08:25. Cadê tu?
[08:36]
Como muitos sabem, no dias 21 eu estava viajando a serviço, rumo a Itaparica. Passei a noite em Paulo Afonso e voltei no dia seguinte. Levamos máquinas digitais e dois notebooks, onde descarregamos mais de 100 fotos. Um ótimo resumo da viagem foi postado no Mutation!!, no dia 26 de outubro, sob o título "E eles ainda nos pagam pra isso!".
[22:15]
Aqui do lado vocês podem dar uma sacada em Gradius, o notebook que a CELPE deixou comigo para o trabalho de medição de fronteira. Minha equipe é comporta por mim e mais dois amigos, já amigos bem antes de serem colegas de trabalho. Chato isso, né?
Gradius é um P4 com gravadora de CD e DVD-ROM combo. 256MB de RAM e atualmente RedHat Linux 9.
O nome vem de um famoso jogo de nave espacial, horizontal de tela, de mesmo nome. Até Gradius 2 era o bom e velho Nintendinho 8 bits. Gradius 3 foi lançado para Super NES. O meu desktop se chama Darius, uma versão de Gradius para dois jogadores simultâneos. Alguns candidatos para os próximos batismos são R-Type, Truxton, Chromium, entre outros.
[01:59]
Tango, o sucesso da Ultra 2k... entre homens e mulheres. Preferia que fosse somente entre as mulheres, e em maior número.
Paciência.
[03:32]
Aviso a todos os navegantes! Depois de um bom tempo sem Internet em casa, finalmente o Shout! volta com força total, dessas vez "Powered by Velox". É isso aí, agora eu entrei do time dos "bundas-largas".
Meu computador não mais será desligado...
[16:08]
Ah, claro, todo mundo já percebeu: o Shout! voltou ao hpG. O servidor que eu estava usando para hospedagem (cortesia de um amigo) mudou várias configurações. Meu endereço retirante botou o pé na estrada de novo.
E eu voltei para cá. Ainda bem que o Blogger e o hpG fizeram as pazes.
[17:42]
SEXTA-FEIRA!!!
[16:45]
Eu deveria ganhar adicional de insalubridade. Os computadores do trabalho estão em maior número que nós e sempre prontos a tentar nos matar, seja através de infarto, ira ou simplesmente desespero/suicídio induzido.
Você que trava o Windows duas vezes por dia acha que tem problemas? Tenta configurar um proxy com autenticação sem ter uma única linha de documentação!
[17:50]
Tem gente falando mal de mim nas minhas costas, mentindo sobre mim nas minhas costas. Quem quer que seja, por favor, pare. Eu não vou pedir de novo.
E se alguém tem algo que queira saber de mim, por favor pergunte a mim. Já tive que desmentir demais.
[15:00]
Esse é outro texto de minha autoria. Ele difere um pouco da minha linha de produção, que é mais voltada para Sci-Fi, mas não de minha natureza de escritor. Foi publicado primeiramente no are you awake?, do meu amigo O Demiurgo, e agora eu estou colocando aqui.
Qualquer semelhança com o último post não é mera coinciência. Essa "onda" se deve a algumas conversas que tive com alguns amigos, ao fato de ter assistido Advogado do Diabo semana passada e Coração Satânico mês passado ou retrasado. Verdade, estas foram minhas referências ao escrever.
Se têm algo a dizer, é fácil: é só assinar embaixo...
VENDE-SE
Alma seminova, 25 anos, quase sem uso. Inclui caixa e manual de instruções. Esteve quebrada em algumas partes, mas a soldagem saiu melhor que o original, mais resistente e durável. Não está muito bonito, mas aguenta grandes solavancos. Preço especial para o diabo, para quem vende-se ou troca-se. Aceitamos prazeres mundanos e ilusões de felicidade.
Tratar com o dono, neste endereço.
[01:27]
A G.M. morreu, assim como seu propósito. Os poucos amigos continuam, assim como os vários colegas.
Não me digam o contrário, a não ser que queiram ouvir algumas palavras bem duras.
Paciência.
[15:54]
Já disse antes e vou dizer de novo: eu não tolero/aceito/permito discussões pessoais nesta página. Existem outros blogs para isso.
Todos são benvindos aqui a não ser que eu diga o contrário e todos têm liberdade de expressão para escrever o que quiser.
O que eu quiser.
[11:08]
Tem coisas que ainda me assustam.
Eu ia falar um bocado sobre minhas noites de sexta e sábado (a segunda tal que eu ainda estou devendo a dormida), sobre como me diverti, sobre como me estressei, sobre como tive meus momentos de Inferno e Céu. Mas depois do que eu presenciei alguns minutos atrás nem sei mais o que dizer. Logo, vou dizer o que aconteceu.
Cheguei em casa, 06:30, o que só não foi um récorde porque outra vez que eu fui assistir filme na casa de Heitor e quando botei os pés em casa eram 10:00. Ainda assim, foi uma big esticada. Pego a chave para abrir a porta e a coloco na fechadura. "Putz, que noite duca!". Giro uma vez. "Petit devia ter ficado mais um pouco." Giro a segunda volta. "Eu preciso de cama urgentemente...". Abro a porta.
- DÁ LICENSA. - A voz vem da escadaria que dá para o maquinário do elevador.
- BROTHER?!? Mas, tu... ontem... eu não acredito... - Eu por mim desenvolvo uma gagueira relâmpago.
- É é isso aí. - Responde a voz mal-humorada do ser maltrapilho que entra no apartamento como o The Flash na série Crise nas Infinitas Terras.
Confuso? Pra mim também foi, a princípio. Depois que comecei a recordar os fatos começou a fazer sentido. E a atmosfera tragicômica inerente a qualquer situação de desgraça alheia se fez presente.
Ontem, às 14h eu deixei meu irmão perto do Hiper Caxangá, para pegar uma carona com uma amiga e ir num churrasco do staff (como ele chama) do Barão de Lucena. Eram 20:30 quando desisti de esperar ele entrar em contato avisando se ia ou não para a Confraria da Carne. De acordo com ele eram 21:00 quando ele chegou em casa, bêbado como um alambique de uísque paraguaio. Eram 21:02 quando ele percebeu que saíra sem a chave de casa.
Melado como estava, deitou na escada, perto do maquinário para evitar constranger outras pessoas com a visão de seu estado eu-fui-atropelado-por-uma-carreta-de-18-pneus-e-sobrevivi. Como o celular tinha descarregado ele o deixou em casa e a memória ociosa de guardar números não ajudou. No decorrer da noite vomitou duas vezes.
Agora ele está "dormindo", sem condições de ir na permanência no Barão que ele teria hoje. "Dormindo" entre aspas, diga-se de passagem, porque do jeito que está fedendo só mesmo o ronco para diferenciá-lo de um cadável em avançado estágio de decomposição.
[07:26]
Sexta-feira? Sexta-feira!
Dups dups dups du-dups dups dups!
Tchanrãns!
[16:03]
Conversando com uns colegas em Pinha (um trailer ao lado da faculdade onde se bebe Skol e se toma caldão) passando por mulheres (as "fáceis" são as minhas prediletas, odeio falta de objetividade) chegamos a um assunto interessante: mulheres virgens. Minha posição, que eu faço questão de defender é bem simples:
"Eu não tenho mais paciência para virgens. Não quero mais ser professor. Quando fui foi legal, mas foi numa outra época, em outras circunstâncias."
[18:03]
Andei lendo o próprio lixo que eu escrevo e cheguei à conclusão de que eu estou aparentando estar mais deprimido do que realmente estou.
Eu estou num clima bom. Tudo bem, "bom" é meio demais. Razoável. É. Razoável. Estou trabalhando, num emprego que tem a ver com o que gosto de fazer (geralmente), tenho vários amigos com quem posso contar (e conto), devo estabilizar minha caótica situação financeira nos próximos dois meses e estou me divertindo todo final de semana, em alguns dos 20 programas que me arrumam para ir.
Definitivamente se eu disser que minha vida vai mal, que eu sou um merda, que quero me matar por que vivo em desgosto eu estaria mentindo.
Prosseguindo com a atmosfera light, li no Another... sobre uns desenhos animados. Nada que eu goste, mas deixei meu comentários com as indicações de Eek The Cat e SpoungeBob Square Pants.
Não tem pra ninguém, esses desenhos simplesmente são o 10. Lembro também de um que não sei o nome, mas cujos personagens (Rocco, um canguru que só se fode e Vacão, uma vaca estúpida que fode seu amigo e se fode sem perceber) protagonizam uma memorável cena familiar quando Rocco e o próprio Vacão descobrem que o idiota é adotado. A cena, de um mal-gosto extremo, é a mais hilária de todo e qualquer desenho animado que eu já assisti na vida. Jamais me esquecerei dela, assim como terei sempre em mente a cara de Rocco no final me lembrando que não se deve jamais fazer perguntas íntimas das quais você ainda não saiba a resposta.
[17:19]
Um aviso para você que ouve músicas, compra CD's originais e suporta seu artista: a Record Industry Association Of America, mais conhecida como RIAA tem planos de castrar toda e qualquer expressão musical que você possa ter. Isso já começou com a vendagem de CD's protegidos contra cópia (que apesar de serem uma piada restringem o direito de "uso justo" do consumidor). Vide estória completa no quadrinho ao lado.
A próximo alvo vai ser você.
[01:23]